sexta-feira, 28 de maio de 2010

Como se manter competitivo hoje no mundo corporativo, quando todos buscam inovação?

Inovação é a bola da vez. O mundo corporativo está à procura de talentos e ideias inovadoras, mas como isso acontece?

A inovação tanto pode ocorrer por meio de uma ação perfeitamente planejada quanto por simples acaso. No entanto, verifica-se que poucas inovações brotam do acaso. A maior parte das inovações, em especial as mais bem-sucedidas, resultam de uma busca consciente e intencional de oportunidades para inovar, dentro e fora da empresa.

Peter F. Drucker defende que existem pelo menos três condições que têm que ser cumpridas para que uma inovação tenha sucesso.

1. Inovação é trabalho.

Exige conhecimento. Muitas vezes exige um grande engenho. Há claramente inovadores de maior talento do que o resto de nós. Além disso, os inovadores raramente trabalham em mais do que uma área. Apesar de toda a sua enorme capacidade inovadora, Thomas Edison apenas trabalhava na área da eletricidade. Na inovação, assim como em qualquer outra iniciativa, há talento, há engenho e há predisposição. Mas, no final, a inovação transforma-se num trabalho difícil, centralizado e intencional que faz grandes exigências de diligência, persistência e de empenho.

2. Para ter sucesso, os inovadores têm que se basear nos seus pontos fortes.

Os inovadores de sucesso analisam um conjunto vasto de oportunidades. Mas depois perguntam: "Qual destas oportunidades é adequada para mim, para esta empresa, utiliza aquilo em que nós (ou eu) somos competentes e mostramos ter capacidades em termos de desempenho?" Obviamente, quanto a isto, a inovação não é diferente de qualquer outra iniciativa. Mas pode ser mais importante na inovação basearmo-nos nos nossos pontos fortes devido aos riscos da inovação, ao aumento do conhecimento e da capacidade de desempenho que daí resulta. E na inovação, como em qualquer outro empreendimento, também tem que haver uma adequação temperamental.

As empresas não têm um bom desempenho numa coisa que não respeitam. Os inovadores, da mesma forma, têm que estar temperamentalmente em sintonia com a oportunidade inovadora. Tem de ser importante para eles e tem de fazer sentido.

3. A inovação é um efeito da economia e da sociedade.

Uma mudança no comportamento dos clientes, dos professores, dos agricultores, dos cirurgiões, das pessoas em geral, normalmente está associada a uma mudança no processo, à forma como se trabalha e produz alguma coisa.

A inovação é fundamental, pois através dela organizações tornam-se capazes de gerar lucro, assim manterem-se ou tornarem-se competitivas nos seus mercados. Contudo, na maioria dos casos, as empresas usam os concorrentes como base de referência para as suas próprias iniciativas de inovação. Com isso, as estratégias competitivas tendem a ser muito parecidas dentro de um mesmo mercado e, apenas a empresa que se afasta do grupo competitivo de empresas, consegue cumprir seu papel de aumento de competitividade e consequente geração de riqueza. Para que se crie um ambiente corporativo propício à geração de inovação, é necessário que os líderes das organizações promovam a inovação, sendo que a melhor forma de fazer é trabalhar para que os conceitos e estratégias de inovação sejam assimilados por todos os colaboradores, clientes e fornecedores.

Por : Aline Varricchio Inacio,

Fonte: www.administradores.com.br

O cliente é o maior patrimônio da empresa.

Quem são seus clientes? Quantos de seus clientes compram regularmente os produtos da organização em que você trabalha? Quanto mais você conhecer seus clientes, mais poderá agregar valor aos produtos ou serviços que comercializa.

“Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.” (Sam Walton, fundador da rede Wall-Mart).

Quem são seus clientes? Quantos de seus clientes compram regularmente os produtos da organização em que você trabalha? Como anda a concorrência? Quanto mais você conhecer seus clientes, mais poderá agregar valor aos produtos ou serviços que comercializa. Ouça seus clientes, vá até eles, comunique-se com eles.

As organizações precisam dos clientes para sobreviver e as pessoas precisam das organizações para se realizar profissionalmente, portanto todos os colaboradores precisam saber se relacionar bem com os clientes da organização.

O ideal é criar relações duradouras com seus clientes, e isto não é responsabilidade somente do setor de vendas ou marketing; é responsabilidade da organização inteira. O cliente quer se sentir importante e ser bem tratado, desde a telefonista ou recepcionista até a alta direção.

A maioria das empresas bem sucedidas são aquelas que constroem relações do tipo ganha-ganha com seus clientes, que buscam conquistar a confiança e a ver qual o foco do cliente para, aí, procurar satisfazer suas necessidades. À medida que isso ocorre, todos buscam o sucesso mútuo.

As pesquisas mostram que a maneira como os colaboradores são tratados por seus líderes tem influência direta sobre a forma de atendimento aos clientes. Portanto, é preciso ter consciência de que a forma como um executivo trata seus colaboradores pode refletir na forma como estes tratam os clientes.

Os clientes estão se tornando cada vez mais exigentes e a concorrência cada vez mais acirrada. O fato é que o interesse pela excelência cresce a cada dia no mundo inteiro, fazendo com que as organizações procurem programas de melhoria de qualidade. Estão constatando que a má qualidade de seus produtos e serviços prejudica sua imagem e para evitar que isso aconteça, passam a investir em programas de melhorias.

Se algum problema acontecer o mínimo que os clientes esperam é que você solucione esse problema, quando eles ocorrerem. A organização pode até não ser perfeita, mas é preciso ter cuidado quando algo der errado.

Geralmente, quando o cliente reclama é porque quer continuar com a empresa. Além disso, ele é um consultor gratuito para qualquer organização. Mas, como saber o que o cliente deseja e necessita? Só mesmo perguntando a ele. Ouvir o cliente é um ponto de partida fundamental e deve ser uma atitude permanente.

“Um cliente mal atendido provavelmente irá procurar refúgio no seu concorrente e recuperá-lo custará pelo menos dez vezes mais do que simplesmente mantê-lo.”

Por: Sonia Jordão

Fonte: www.administradores.com.br

Laboratórios avançam sobre a cobiçada classe C.

Empresas de medicamento apostam suas fichas no mercado nordestino.

Os nordestinos não estão gripando mais, não estão com excesso de gases, e não têm bebês com mais assaduras. Mas estão com mais dinheiro no bolso para comprar os remédios que combatem esses males. Reflexo da expansão da cobiçada classe C. Isso não passou despercebido pela indústria farmacêutica.

Os laboratórios começaram a investir pesado em propaganda na região para aumentar a venda dos medicamentos de venda livre (ou OTC, sigla em inglês). Dos genéricos e, especialmente, daqueles chamados "de marca", que são cerca de 50% mais caros.

Uma das empresas que andam fazendo juras de amor eterno aos consumidores nordestinos é a multinacional Bristol-Myers Squibb. O laboratório atua no mercado nacional de OTC com o anti gases Luftal, o antigripal Naldecon e o creme contra assaduras Dermodex. "Apostamos muitas fichas na região. Ano passado, o Nordeste cresceu 22% para a Bristol, enquanto no Brasil cresceu 10%", compara Paulo Pinton, gerente da unidade de OTC do laboratório no país. "Já é o nosso segundo maior mercado no país, depois de São Paulo, nossa principal praça".

Isso tudo apesar de um modesto "investimento-teste" de R$ 700 mil na divulgação do Luftal. Para 2010, o orçamento em marketing será de R$ 4,3 milhões para divulgar os três produtos. "Nunca tínhamos feito uma ação de propaganda no Nordeste. Achávamos que tínhamos uma marca muito premium", diz Pinton. A percepção mudou. "O consumidor do Nordeste usa boas marcas, gosta de produto de valor agregado. A classe C está disposta a investir nas marcas porque não dispõe de dinheiro para testar aquelas de qualidade duvidosa. Tem que acertar e continuar".

Hoje, a empresa conta com um plano de comunicação para o Naldecon e o Luftal em programas populares das TVs locais. A ideia é massificar o produto. A Bristol planeja crescer acima de 10% com os negócios de OTC este ano. E 40% disso devem vir da região.


Antigripal vende mais.

As vendas totais de medicamentos no Brasil somaram R$ 30,2 bilhões em 2009. Os dados são da consultoria IMS Health. Deste total, cerca de R$ 500 milhões ficam com o segmento dos antigripais. São mais de 100 marcas, incluindo as similares. A maioria, aliás, é de similares. No ranking, o Naldecon da Bristol ocupa o terceiro lugar, com 10% de participação (atrás de Benegripe e Coristina).

A meta da empresa para este ano é chegar a 12,5%. "Queremos brigar pela liderança", diz Paulo Pinton (foto). Em Pernambuco, a participação é de 5%. A cartela com duas doses custa R$ 3,50. E a empresa não pode fazer promoção. "Só podemos baixar o preço do Dermodex, porque é considerado um cosmético. Passamos a cobrar R$ 9,80 contra R$ 13 do mercado nacional".

O executivo acredita que o preço nem sempre é o maior fomentador de aumento de vendas de um produto. No caso do creme para assaduras, ele espera por uma mudança de postura dos pais. Na opinião de Pinton, a situação da economia nordestina é a melhor possível para qualquer marca se desenvolver. "A gente viu essa oportunidade. Outras marcas farão o mesmo".

Por: Tatiana Nascimento

Fonte: Diário de Pernambuco

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Apple passa Microsoft em valor de mercado.

Empresa de Steve Jobs atingiu valorização de US$ 225,1 bilhão, quase US$ 3 bilhões acima do valor da ex companhia de Bill Gates.

O valor de mercado da Apple superou o da Microsoft. A companhia de Steve Jobs atingiu valorização de US$ 225,1 bilhão, ultrapassando em quase US$ 3 bilhões o preço da ex companhia de Bill Gates, avaliada em US$ 222,7 bilhões.

De acordo com a agência de notícias Reuters, o fato ocorreu graças a valorização de 1% das ações da fabricante do iPhone em Nasdaq, aproximadamente 1 hora antes do fechamento do pregão da Bolsa de Valores de Nova York.

No mesmo horário, as ações da dona do Windows registravam queda de 2,2 por cento.
Com o crescimento, a Apple tornou-se a segunda maior empresa em valor de mercado dentre as companhias que integram o índice Standard & Poor"s 500. Exxon Móbil encabeça a lista.


Fonte: www.itweb.com.br

sábado, 22 de maio de 2010

Nextel lança leilão virtual no Twitter.

Lance do Bem será revertido para a CUFA.
Internauta não pagará pelo objetivo, a Nextel arca com o valor.


A Nextel realiza o leilão virtual "Lance do Bem" no Twitter onde os valores dos prêmios que foram doados por celebridades serão revertidos para a Central Única das Favelas (CUFA), que tem o rapper MV Bill como um de seus fundadores. O detalhe é que o internauta ganhador não pagará nada pelo objetivo, quem arca com o custo é a Nextel. A ação foi criada pela agência One Digital.

Para participar o internauta precisa dar o lance mais próximo ou igual ao valor oficial dos itens leiloados, que foram avaliados por especialistas e registrados em cartório. O usuário precisa seguir o perfil @naotenholimites e tentar adivinhar o valor dos objetos. Cada participante pode efetuar três lances diários por objeto, indicando o artista, o prêmio, o valor e a marca #lancedobem.

Entre os itens leiloados estão: um vestido doado pela atriz Camila Pitanga utilizado no chá de bebê de sua filha Antonia; uma camiseta do MV Bill; uma prancha de surf do Renan Rocha, único atleta brasileiro com uma nota máxima no Pipeline do Havaí; um DVD e camiseta autografados pelo sambista Dudu Nobre; uma camisa do Santos autografada pelo jogador Neymar. Além disso, outros quatro itens foram doados por blogueiros.

"Nosso objetivo é movimentar a rede e mostrar que juntos não temos limites e podemos ajudar muito", finaliza Gustavo Diament, vice-presidente de Marketing da Nextel. Confira aqui o site da campanha.

Fonte: www.proxxima.com.br

Danoninho em ação ecológica.

Produto vem com sementes para as crianças plantarem e aprenderem sobre conservação da natureza.

A Danone acaba de lançar a ação educativa "Danoninho para plantar". Trata-se de uma edição limitada do tradicional produto no sabor morango, com o objetivo de incentivar a experiência e a educação ecológica das crianças.

A ação convida as crianças a plantarem hortaliças e flores nos próprios potinhos de danoninho, após serem consumidos. Para isso, o produto vai trazer anexo um sachê com as sementes. A Danone também fechou uma parceria com o Instituto Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas) para contribuir com o reflorestamento da Mata Atlântica. A embalagem do danoninho vem com um código exclusivo que permite acesso para as crianças criarem uma árvore virtual na "Floresta do Dino" no site (clique aqui).

A divulgação será feita em por meio de dois filmes veiculados em TV aberta e por assinatura, o primeiro "Eco Kids" filme traz elementos do universo infantil e o segundo "Eco Mães" mostra uma história sob o ponto de vista das mães. Com criação de Paulo Monteiro, Luiz Haruo e Mariangela Silvani.

Fonte: www.meioemensagem.com.br